Meu atelier…e eu lá tenho isso???

Eu não sou artesã mas de vez em quando faço alguma coisa pra ocupar o tempo ( como se ele estivesse sobrando…)

Encapo caixinhas, pinto vasos, moveis, o cabelo e o chão junto.

Muita coisa usando a técnica do ensaio e erro, aprendendo no youtube, ou perguntando às amigas arteiras.

Começo trabalhos que não termino e termino trabalhos que acabo não usando.

Eu faço estes trabalhos sempre na varanda da minha casa. Ali é fresco, dá pra lavar tudo depois.

Forro o chão com uma velha toalha de plastico. E minha jarra de água com muito gelo, meu som, meu telefone, minhas gatas e a cachorra.

Espalho meus poucos  instrumentos à volta. Poucos porque como não sou artesã não invisto nisso, então acabo usando o que tenho à mão.

À vezes me vejo sem pinceis e improviso com estopa entenderam? Buchinhas de cozinha também são ótimas e quebram um galhão.

Assim neste ambiente eu vou fazendo minha bagunça e fico ali envolvida, esqueço que tenho marido e filhos, gatas e cachorra pra alimentar, mas aí como são grandinhos se viram.

E ja aprenderam que se eu sou deixada em paz ali, “criando” não pego no pé de ninguém, não encho o saco, não mando arrumar quarto, etc…

Oras, diante deste paraíso o que é o trabalho de sair e comprar espetinhos não é? Nada.

O trabalho manual  dá esta chance de me isolar e eu fico ali, sozinha, ensimesmada, penso na vida, penso nos outros, penso muito, enfim, me faz bem.

Outro dia minha norinha Anna me disse que eu precisava de um atelier. Um canto meu.

Enquanto eu trabalhava num aparador pensei nesta idéia.

E me lembrei de um filme que assisti várias vezes, “Um Amor Verdadeiro”.

Apesar de colocarem Renèe Zellweger (Ellen) como personagem principal, da jornalista que coloca sua carreira em risco para ir cuidar da mãe que está morrendo de câncer, pra mim, a mãe, Meryl Streep é a personagem principal.

Meryl é a mãe, esposa e mulher perfeita, que tem a casa impecável, cozinha bem, tem amigas às quais ela se dedica.

Ela tem um pequeno atelier onde faz pequenos trabalhos ( alguém duvida que ela  também costure??) inclusive um mosaico feito de caquinhos de porcelanas que ela foi quebrando.

Pelo que percebi é um projeto que ela desenvolve ao longo dos anos, pois ali estão cacos de lembranças…

o trabalho é mais ou menos parecido com este da foto abaixo.

coisadelilly.wordpress.com

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Gostaram?

 Kate (Meryl) tem uma personalidade romântica e feliz, e isso sempre foi alvo de ironias por parte de Ellen que via no pai, (William Hurt, George) escritor e professor universitário, um ídolo, um exemplo de pessoa bem sucedida na carreira. 

A convivência estreita ali, durante a doença da mãe, faz com que ela enxergue o pai como ele realmente é, nem tão respeitado como ela imagina no mundo acadêmico, alcoólatra e mulherengo e sem coragem de enfrentar  e aceitar a doença de Kate.

Kate sempre foi a pessoa que costurava com fios invisíveis a vida de todos ali, deixando tudo confortável. Sua doença que a coloca em inatividade de todas as tarefas faz com que todos  vejam a sua importancia.

Ellen começa a admirar a fibra e a personalidade da mãe, e pra mim o ponto alto da aceitação dela foi quando ela se curvou sobre o trabalho inacabado da mãe e o assumiu, colando cada caquinho ali guardado em pequenos potes, terminando o que mãe não terminaria nunca.

O filme é ótimo e nos faz pensar, assistam…

E eu estava ali, fazendo o meu próprio mosaico, não tão romântico quanto o de Kate, apenas pastilhas e tozetos de cerâmica.

Quadradinhos que bem alinhados não precisam de muita arte e empenho para serem combinados.

De novo, como não sou artesã não tenho nem o jeito para cortar azulejos e nem o material (torques, óculos)…só trabalho com pastilhas, mas um dia também aprendo.

Querem ver como ficou?

coisadelilly.wordpress.com

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Ele era beginho e tinha uns ladrilhos de 10 x 10 muito mal assentados_trabalho meu_ e usei assim um tempão ate que enjoei.

Vi que poderia fazer melhor e meti o martelo em cima quebrando tudo, lixando, colando, rejuntando e pintando e por fim, ficou como eu gosto.

Pensando sobre o atelier eu cheguei à conclusão que não preciso de um comodo fechado em que eu fique lá trabalhando, alheia a tudo, pois eu gosto mesmo de trabalhar na varanda e às vezes até no meio do quintal, vendo e ouvindo tudo o que acontece.

O eu preciso é de um lugar para guardar meus apetrechos, que ficam espalhados em vários lugares da casa, tipo embaixo do tanque, no quartinho de despejo, na casa de maquinas da piscina.

E também de também material novo e bom, de uma lixadeira orbital, de torqueses, pincéis…

Não que eu vá me profissionalizar. Por que não me imagino vendendo o que faço.

Mas vou fazer com mais técnica e sem tanto improviso o que eu gosto tanto de fazer.

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5º livro de 2016 – O Anel – A Herança do Ultimo Templário, Jorge Molist

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Cristina é uma jovem advogada no melhor momento de sua vida: tem sucesso no trabalho, mora em NY, e esta noiva de um rico corretor da bolsa de valores.

No dia de seu 27º aniversário ela recebe dois anéis: o esperado anel de noivado, e outro de rubi, que chegou de Barcelona sem remetente.

Cristina já esta tão ambientada aos EUA que nem se lembrava mais de sua cidade natal, mas quando começa a ter sonhos em que presencia uma guerra antigo e sangrenta, começa a se preocupar e achar que a razão deles está diretamente relacionada ao anel e à cidade de  Barcelona.

E é para lá que ela vai, se despedindo do noivo, tirando licença do emprego, brigando com sua mãe Maria Del Mar que a quer longe de Barcelona e das pessoas de lá e pior: se metendo em aventuras pelas quais ela não pediu pra entrar!

Cristina fica abalada ao rever Oriol, seu namoradinho de infância, e começa a pensar como seria reatar depois de tantos anos…

Um romance de ação com um pouco de história.

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4º livro de 2016 – Jogando por Pizza, John Grishan

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Um John Grishan totalmente diferente das disputas judiciais de costume.

Um livro pequeno, quase de bolso, mas delicioso.

Grishan fala tão bem das comidas e da hospitalidade do povo italiano que eu achei tudo muito familiar…

Rick Dockery é um quarterback que fracassou em todos os ultimos times nos quais jogou.

Sua ultima atuação foi tão ruim que ele impediu seu time de conquistar o Super Bowl.

Demitido e por baixo, ele aceita a contragosto uma vaga no Parma Panthers, em Parma, na Itália.

De inicio Rick é conquistado pela comida, que ele aprende a saborear devagar em demoradas refeições com seus amigos do time. depois se deixa encantar pelos monumentos e pela amizade fraterna do pessoal à sua volta.

Mas Rick precisa se comprometer com o time, coisa na qual ele não é lá muito bom.

Apesar das jogadas bem explicadinhas, eu continuo sem entender nada de futebol americano.

Mas consegui ver com detalhes cada ponto turistico ou prato descrito por Grishan.

Um livro obrigatório para quem gosta do autor.

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3º livro de 2016 – Minha Ultima Duquesa, Daisy Goodwin

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Minha Ultima Duquesa, Daisy Goodwin, Editora Fundamento

O ano é 1893 e Cora Walsh é uma jovem americana, herdeira de uma fortuna imensa. Seus pais são novos ricos, e por isso não muito respeitados pela sociedade.

Para chamar atençao e ganhar respeito, a mãe de Cora, a Sra Walsh dá festas maravilhosas onde avalia os pretendentes da filha.

O sonho da Sra Walsh é casar a menina com um nobre.

Depois de uma festa em que tudo deu errado, resultando inclusive numa cicatriz que a Walsh mãe levaria para sempre, Cora embarca para uma temporada na Inglaterra.

Cora é um a menina criada para ser a anfitriã perfeita, culta, inteligente, então é uma surpresa quando ela sofre um acidente de equitação, sendo socorrida pelo Duque de Wareham.

Cora fica em seu castelo, sendo cuidada pelos empregados enquanto Ivo, o Duque, mantem uma distancia respeitosa.

A moça se encanta com o Duque, uma pessoa com aparencia enigmatica, e  aceita imediatamente seu pedido de casamento, mesmo sem quase conhece-lo

A péssima situaçao financeira das terras de Ivo, Lulworth, é de conhecimento geral. Mas Cora e sua familia acham normal que a fortuna pessoal da moça sirva para tirar as propriedades do ducado da miséria em que se encontra.

Cora vai lutar para ser feliz,ainda que tenha que conviver com o passado misterioso de Ivo e a frieza da sociedade inglesa.

Eu gostei do livro.

https://www.youtube.com/watch?v=uCKZ8QuMLzk

 

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2º livro de 2016 – VOLTA AO LAR, NORA ROBERTS

voltaaolar

Nora Roberts com seus mais de 200 romances, consegue nos prender até o final, sempre.

Em Volta ao Lar, ela reuniu tres histórias curtas sobre a sensação de estar de volta ao lugar de onde nunca se deveria ter saído.

Concerto Inacabado e Ilha das Flores tem tanto em comum!

Nas duas histórias suas protagonistas voltam a procura do relacionamento perdido com a familia e encontram o amor.

Já em Sem Promessa, Sem Compromisso, mostra que o amor às vezes começa com uma certa implicancia…

Histórias pra serem lidas assim, num estalar de dedos e depois esquecidas.

Pode ser o final do domingo, mas eu fico azeda com alguns livros.

Eu não sou lá uma criatura muito romantica e me parece meio batido fazer os protagonistas apanharem mais que vaca que entrou na horta antes de encontrarem o verdadeiro amor para todo o sempre amem. Mas como diz a musica “o pra sempre, sempre acaba”.

Pra que juntar o casal quase no final do livro e faze-los viver  “o melhor amor da vida deles”se durante a maior parte da trama teve a maior muvuca, brigas e desconfianças? Que tipo de relacionamento pode vir dai?

O que eu vejo na vida são bem menos finais  felizes, e cada um se virando muito bem depois…Depois de chorar, depois  amargar sábados em casa, depois de deletar fotos, etc…

Mas depois, dar a volta por cima.

É isso ai: esta faltando livros em que o romance comece ardente, mas depois que a paixão acaba mostre como cada um se saiu bem desta.

Como é na vida real…

 

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Morar em cidade pequena

Existem  coisas encantadoras no fato de morar numa cidade pequena: uma delas é que as pessoas nunca parecem estranhas pois com  certeza voce já as viu em algum lugar.

Outro dia eu estava acompanhando meu marido em alguns exames e já fui preparada para enfrentar horas de espera: meu livro (À primeira vista), o celular, a agenda que é a extensão do meu braço, enfim, olhei à minha volta, cumprimentei todos e me preparei para começar a leitura.

Ding Ding fez aquele sininho na minha cabeça: olhei de novo  e reconheci todas aquelas pessoas ali.

Uma moça com cara de professora, bonitona, uma senhora em quem eu havia esbarrado naquela semana e trocado umas palavras num supermercado, e um senhor de uns 70 e tantos anos que eu ja havia notado andando pela cidade.

Nenhuma delas eu conhecia formalmente por ter sido apresentada…só mesmo de vista.

Deixei o livro de lado pois vi que encontraria mais diversão na conversa do que Nick Sparks poderia me proporcionar no momento.

Em alguns minutos, as pessoas que eu conhecia “de passagem”se revelaram como Jane, ex professora do meu sobrinho ( com direito a mostrar as fotos dele, atuais, que ela admirou orgulhosamente) e Yara, a irmã de um amigo do meu pai.

Quanto ao senhor, Orlando, cabe um parenteses aqui: alto, magro e muito bem para os seus 84 anos, ele usava uma calça jeans color cor de telha, uma camiseta cinza, alpargatas e boina.  Achei mUderníssimo!

E comentei que já o havia visto na rua e admirado a jovialidade dele.

Professor universitário aposentado e artista plastico, se revelou um excelente acompanhante para aquelas tres mulheres faladeiras, falando da carreira, de arte e  sua rotina diária com a esposa, das tarefas de cada um dentro do apartamento, enorme agora para eles dois.

Todos estávamos ali acompanhando alguém, e ele estava esperando a filha, que chegou naquele momento  e que eu  conhecia só de passagem também, o que eu já nem estranho mais.

O tempo foi passando e eu nem percebi, e meu marido saiu da sala de exames e me procurou na sala enorme.

Me avistou la no fundo, de pé, num grupo animado onde todos se despediam aos beijos e abraços e me olhou intrigado.

Fui contando sobre o assunto no caminho e ele me olhou com aquela cara de “meu deus, voce consegue fazer uma festa numa sala de espera“…

Não é bem assim. Esperas são sempre um tédio, uma perda de tempo.

Tentar torna-las menos chatas já é um habito meu. Mas encontrar gente bacana pra conversar é sorte mesmo!

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1º livro de 2016 – À PRIMEIRA VISTA – NICHOLAS SPARKS

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2015 foi um ano corrido, de muito trabalho, mas ainda assim consegui ler meus 50 livros. Um por semana.

50 foram os que consegui terminar, pois fui deixando alguns pelo caminho, sem paciencia

Livros que peguei por impulso achando que seriam bons, tipo o “Fantasmas do seculo XX”” de Joe Hill.

Pegar um livro de um escritor por que ele é filho de outro, premiadissimo é o mesma coisa que achar que a minha feijoada é igual à da minha mãe…então tá.

À Primeira Vista, de Nicholas Sparks fala das mudanças que Jeremy Marsh enfrenta.

Divorciado e levando uma confortavel vida de solteiro, em poucas semanas ele conhece uma moça, se apaixona e muda de NY para uma pequena cidade do interior, Boone Creek.

E mais: Lexie está gravida, e alem dos preparativos para o casamento, Jeremy ainda tem que levar adiante a reforma da casa que compraram e um inesperado bloqueio de criatividade. Jeremy não consegue escrever para a revista onde trabalha.

Descubro depois, comentando com uma amiga, que “À  primeira vista ” é continuação de “O  Milagre”…que eu não li!!! Nick, engraçadinho, voce não é disso, tipo escrever livros com o final “continua…”, enfim, é outro que terei que ler.

Outro dia alguem criticou os livros de Sparks, por serem comerciais, e ok, não tem como fugir desta constatação: romances deles vendem como cerveja num dia quente! E que todo livro segue a formula “mocinhoemocinhaseencontramsegostamsofremeficamjuntosnofinal”

Mas é assim que ele faz sucesso, le quem quer. Li por que caiu na minah frente, literalmente.

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50º livro de 2015 – Um Porto Seguro , Nicholas Sparks

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Editora Novo Conceito, 384 páginas

Quando Katie aparece em Southport e começa a trabalhar como garçonete em um restaurante, muitos habitantes da pequena cidade prestam atençao na moça bonita e reservada.

Mas Katie só quer viver sua vida reclusa e trabalhar para se manter, fugindo de um marido abusivo.

Ela acaba se envolvendo com Alex, um viuvo sofrido e pai de duas crianças pequenas. As crianças são um encanto, Katie se apaixona por ela tambem e até poderia acabar ai, com os dois se encontrando e vivendofelizesparasemprefim!, mas a história  volta ao passado triste dos dois, e aí sabemos o quanto eles merecem ser felizes…e muito!

Mas, como Nicholas gosta de complicar a situação em seus romances, tudo se complica.

ë Nicholas Sparks sendo ele mesmo, sempre…e adoramos.

E assim chego à marca de 50 livros, que eu não alcançava a muitos anos.

Eu sempre tento ler um livro por semana, e ja que o ano tem 52, eu arredondei pra 50.

A Jornada 50 Livros é uma proposta muito antiga e que me foi passada pela minha querida amiga Nélida Capela.

Nenhuma Editora, seja ela, Globo, Saraiva, Novo Conceito, Arqueiro, Rocco, Record, Sextante, Novo Seculo, FTD, só para citar as mais famosas do Brasil… NENHUMA DELAS NUNCA MANDOU UM LIVRO DE CORTESIA, COMO VEJO COM FREQUENCIA EM BLOGS, OK???

Todos os livros lidos são meus, de amigos, ou da Biblioteca Municipal de Araçatuba.

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49º livro de 2015 – A hora da História – Thrity Umrigar

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Globo Livros, 333 páginas

Como sempre, um romance lindo da escritora Thrity Umrigar.

“A  hora da História”é como a indiana Lakshimi se refere à terapia que faz com a psicologa Maggie.

Ela entende que tem que contar a sua historia à Maggie, para que esta entenda porque Lakshimi tentou o suicídio.

Maggie tambem está passando por um momento dificil em sua vida, dividida entre seu marido, um professor indiano com quem esta casada a muitos anos e o romance com um colega.

A história de Lakshimi é contada de maneira simples e limitada, com seu pouco conhecimento da lingua inglesa.

Já a de Maggie é um mergulho fundo na alma daquela mulher negra e bem sucedida profissionalmente, mas marcada por fatos parecidos: a perda da mãe, as duvidas quanto ao futuro, os casamentos frágeis.

Uma precisa da outra.

A amizade é inevitavel, os rancores tambem.

Não conheço nenhum escritor que fale tão bem da alma humana como Thrity.

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48º livro de 2015 – Como eu era antes de voce, de Jojo Moyes

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O tipo de livro que voce le rápido já temendo que ele acabe.

Que ele acabe mal.

Que ele acabe como voce não quer.

Louisa Clark tem 26 anos e mora com os pais, a irmã, o sobrinho e o avo.

Trabalha numa lanchonete a seis anos,  e de repente perde o emprego.

Sem outra promessa de um emprego que pague razoavelmente, aceita trabalhar como ajudante de cuidador de um milionario tetraplegico. Lá ela vai ganhar muito bem, mas vai ter que aguentar o mau humor e o sarcasmo de Will Traynor, 35 anos, que inconformado com a sua situação, desconta sua dor e frustração em quem estiver por perto.

Tanto Lou como Will não estão preparados para a mudança que ocorrerá em suas vidas.

Livro lindo da talentosa Jojo Moyes.

jojo

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