2º livro de 2017 – Cruzando o Caminho do Sol, de Corban Addison

SINOPSE: “Sita e Ahalya são duas adolescentes de classe média alta que vivem tranquilamente junto de seus familiares, na Índia. Suas vidas tranquilas mudam completamente quando um tsunami destrói a costa leste de seu país, levando com suas ondas a vida dos pais e da avó das meninas. Sozinhas, elas tentam encontrar um modo de recomeçar a vida. Mas elas não devem confiar em qualquer um…

Enquanto isso, do outro lado do mundo, em Washington, D. C., o advogado Thomas Clarke enfrenta uma crise em sua vida pessoal e profissional e decide mudar radicalmente: viaja à Índia para trabalhar em uma ONG que denuncia o tráfico de pessoas e tenta reatar com sua esposa, que o abandonou.

Suas vidas se cruzarão em um cenário exótico, envolto por uma terrível rede internacional de criminosos.

Abrangendo três continentes e duas culturas, Cruzando o Caminho do Sol nos leva a uma inesquecível jornada pelo submundo da escravidão moderna e para dentro dos cantos mais escuros e fortes do coração humano” 

É o primeiro livro de Corban Addison, tambem advogado, como John Grisham, que faz um comentário de peso na capa do livro:

 “Desde que meu primeiro romance foi publicado, há mais de vinte anos, tive várias oportunidades de endossar o trabalho de outros autores em busca de um editor. Sempre recusei, até agora. Addison rescreveu um romance belíssimo com uma importante mensagem. Cruzando o Caminho do Sol merece ser lido por muitas pessoas.”

Uma história linda. Em alguns momentos me senti revoltada diante do destino das duas irmãs, mas a sociedade em que elas vivem desvaloriza tanto a mulher que é como se não valessem nada mesmo.

O que não é motivo para que aceitemos as mutilações, a miséria e o trafico de pessoas. Este tráfico gera bilhões de dólares em lucros para quem explora estas pessoas, forçando-as ao trabalho forçado e à prostituição.

Apesar de ser uma ficção, o autor se baseou em relatos reais, e se no livro as organização são ficticias, existem várias pelo mundo que lutam pela justiça social.

É inconcebível que ainda hoje exista a escravidão de seres humanos.

Durante a leitura vemos que qualquer cidadão pode ajudar em qualquer que seja a causa usando os recursos que tem, e o primeiro e o melhor é DIVULGANDO!

Quanto mais divulgamos, mais pessoas conseguiremos sensibilizar. Contribuir financeiramente também é importante, não importa o valor, qualquer quantia já ajuda as organizações.

E principalmente, independente da sua profissão, tem como direcionar seus talentos para as causas pelas quais você luta.

Como Grisham disse: “merece ser lido por muitas pessoas.”

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Sobre coisadelilly

mulher, mãe e esposa, workaholic; uma inconformada com a situação mundial; uma pessoa que ama cães, caminhar, ir a liquidações, comer jujubas; viciada em seriados americanos; prendada mas sem tempo de colocar em pratica suas habilidades; desprovida de inveja e más intenções; uma pessoa que adora joaninhas, pink, flores, romantismo, craft, musica; um pé no presente, um no passado, a cabeça no futuro; uma pessoa nada facil; que tenta se livrar do saco de ossos de vidas passadas, que vive o agora; que esqueceu o que não devia e lembra o que não quer; uma pessoa na versão enciclopédica 2.0 que não pode ser resumida.
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