46º livro de 2015 – Cuco, de Julia Crouch

coisadelilly.wordpress.com

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Hoje em dia alem do titulo e do nome, frases jogadas tanto na capa como na contracapa são praticamente spoilers que ja entregam de cara toda a trama.

Tipo no caso de Cuco:  “seu primeiro erro foi convida-la a entrar…”

e “O cuco é um pássaro que rouba outros ninhos.”

O maior erro de quem faz uma resenha é adicionar ao titulo estas frases.

Mas vamos lá: Rose e Polly são amigas desde a infancia e adolescencia problematica das duas.

Mas hoje Rose esta muito bem casada com Garret (gato) e tem duas filhas Anna,  de 7 anos e a bebe Flossie. A fase de dureza ja passou e eles moram na casa recem reformada, em uma propriedade no interior da Inglaterra.

Um dia Rose recebe uma ligação de Polly dizendo que seu marido Christos morreu num acidente trágico na Grécia.

Garret era muito amigo de Christos, mas não tolera Polly, e fica irritado quando Rose oferece a casa para que eles, Polly e dois meninos, venham e fiquem pelo tempo que for preciso.

Polly chega com as crianças e fica claro desde o inicio que a presença dela ali só pode dar errado, pois ela se enfia no seu mundo de sonhos e drogas, abandonando os meninos nas mãos da maternal e carinhosa Rose.

A trama vai ficando enervante como um fiapo de manga entre os dentes à medida que Polly vai aprontando e Rose fica indefesa diante da maldade da “amiga”.

Eu não teria escolhido este final, e SPOILER!!!!!  o que significa que Rose estará pra sempre nas mãos da amiga.

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Sobre coisadelilly

mulher, mãe e esposa, workaholic; uma inconformada com a situação mundial; uma pessoa que ama cães, caminhar, ir a liquidações, comer jujubas; viciada em seriados americanos; prendada mas sem tempo de colocar em pratica suas habilidades; desprovida de inveja e más intenções; uma pessoa que adora joaninhas, pink, flores, romantismo, craft, musica; um pé no presente, um no passado, a cabeça no futuro; uma pessoa nada facil; que tenta se livrar do saco de ossos de vidas passadas, que vive o agora; que esqueceu o que não devia e lembra o que não quer; uma pessoa na versão enciclopédica 2.0 que não pode ser resumida.
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