31º livro de 2013 – Morte Súbita – J.K.Rowling

morte subitaDepois dos livros da serie Harry Poter, este é o primeiro livro para adultos da Rowling.

Uma trama com gente comum, sem nada de fantasioso como eu esperava, apenas a velha e boa ( ou má no caso) natureza humana passando como um trator por cima de tudo.

Na segunda página do livro (que tem 672) Barry Fairbrother, jovem, quarenta e poucos anos,  morre de um aneurisma, deixando uma viúva jovem e 4 quatro filhos.

Mas Barry não é qualquer um: ele é membro do Conselho da Igreja, o que pode não parecer nada para quem mora em Londres, mas em Pagford, a vila onde ele mora, significa muito: o poder de opinar nas decisões que envolvem alem de recursos financeiros, o destino de um bairro pobre (Fields) rejeitado. Depois de uma manobra politica Fields e seus problemas de drogas, delinquencia e pobreza passaram para Pagford. A vila tenta a nos se livrar do bairro passando-o para a vila mais proxima. Só Barry, um antigo morador de lá é que se preocupa com o estino daqueles moradores e a anos influencia o conselho a promover melhorias naquele bairro.

A morte de Barry abre a vaga no conselho e todos passam a disputa-la. Na pequena vila ninguem é o que aparenta, e aos poucos o lado malicioso e aproveitador de cada um vai aparecendo.

Pagford é um vilarejo, mas as tramas politicas ali são dignas de cidade grande.

Cheguei ao final do livro torcendo pra dona Joanne Rowling abandonar seu publico infantil e se dedicar à literatura adulta.

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Sobre coisadelilly

mulher, mãe e esposa, workaholic; uma inconformada com a situação mundial; uma pessoa que ama cães, caminhar, ir a liquidações, comer jujubas; viciada em seriados americanos; prendada mas sem tempo de colocar em pratica suas habilidades; desprovida de inveja e más intenções; uma pessoa que adora joaninhas, pink, flores, romantismo, craft, musica; um pé no presente, um no passado, a cabeça no futuro; uma pessoa nada facil; que tenta se livrar do saco de ossos de vidas passadas, que vive o agora; que esqueceu o que não devia e lembra o que não quer; uma pessoa na versão enciclopédica 2.0 que não pode ser resumida.
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