34º livro de 2016 – Relíquias, de Tess Gerritsen

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Primeiro livro de Tess Gerritsen que leio…

Vejo na orelha que ela é ex medica e que alguns de seus livros são sobre isso.

Folheando o livro encontrei dois nomes conhecidos: Jane Rizzoli e Maura Isles!

As duas (Jane Rizzoli é uma detetive da Homicidios e Maura é médica legista) formam a dupla bacanérrima da série Rizzoli and Isles que eu assisto sempre na TNT Séries..

Ok, então a história começa quando uma múmia é encontrada no Museu Crispin, um museu que pertence a uma família de ricaços colecionadores de troféus.

Ninguem sabe como a mumia apareceu, ou quem a trouxe, ela simplesmente esteve numa caixa por anos, até ser encontrada quando se fazia um levantamento do estoque.

Depois da tomografia descobriu-se que não era uma mumia de dois mil anos, mas o corpo de uma mulher preservado com as mesmas tecnicas egipcias de embalsamamento.

Tem -se ai não uma descoberta arqueológica, mas um assassinato que aconteceu a não muito tempo.

A história toda tem uma ligação com uma funcionária do museu, a egiptóloga Josephine Pulcillo, mas vai ser dificil descobrir o elo de ligação já que Josephine se nega a revelar seu passado.

Um livro INTRIGANTE…

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33º livro de 2016 – Irmã da Sombra, Lucinda Riley

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Então para quem está lendo a Saga das Sete Irmãs, este é o terceiro livro dela.

E até agora o que eu mais gostei. Re-lem-bran-do: são seis irmãs, todas com nomes de estrelas das Pleiades,  que retornam à propriedade do pai, apelidado carinhosamente de Pa Salt, depois de serem infirmadas de sua morte. Não há nenhum corpo para ser velado, já que Pa Salt pediu para que se caixão fosse jogado ao mar.

As meninas foram adotadas vindas de diversas partes do mundo e pa Salt deixa para cada uma a coordenada de seu lugar de nascimento.

Cabe a cada moça ir atras ( ou não) de seu passado.

As irmãs D’Apliese, Maia, Ally ( Alcíone), Estrella ( Asterope), Ceci (Celeno), Tiggy ( Taigeta) e Electra. A sétima filha, Mérope  nunca foi não encontrada…o que não significa que não possa ainda aparecer, pois em se tratando de Lucinda Riley, tudo pode acontecer.

Cada livro passa tao suavemente da época atual para o passado que parecem duas histórias diferentes. Só que cada fato vai se amarrando e ao final,  uma bela tapeçaria de fatos conta história de cada moça com fatos que atravessam várias geraçoes.

Então sabemos que Maia seguiu a pista de um azulejo pintado à mão e descobriu que nasceu no Brasil; Ally seguindo as pistas da carta e um amuleto de sapinho encontra seus parentes na Noruega.

Estrella é a “sombra”de sua irmã Ceci. Trazida para casa com poucos meses de diferença, cresceram juntas, como gemeas, e Ceci, de temperamento forte sempre decidiu tudo pela irmã.

Ela interpreta sua carta com as coordenadas, mais um amuleto de um gato Estrela junto com uma frase de seu pai:  “O carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro.”

É uma dica clara que ela deve sair da sombra de sua irmã Ceci e seguir sua vida.

Ela ja sabe que sua antepassada é Flora MacNichol, mas ela vai ter que conhecer toda a história desta moça inglesa para descobrir seu passado e em que parte dele se encaixa.

Cada livro acaba com uma duvida: estaria Pa Salt vivo, já que alguem muito parecido com ele parece seguir as filhas de perto?

O proximo livro da saga é o The Pearl Sister (A Irmã Pérola) sobre Ceci… e deverá ser lançado ate dezembro…

Estamos curiosos.

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32º livro de 2016 – Sob o Sol da Índia – Julia Gregson

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Em 1928, três jovens inglesas partem no navio Kaiser-i-Hindi para Bombaim, na Índia. Cada uma carrega, no íntimo, a crença de que aquela jornada será o ponto de partida para algo novo, que determinará o restante de suas vidas. Unidas pelo destino, elas verão suas companheiras se tornarem definitivamente mulheres, cada qual a seu modo, mas de maneira irreversível. Viva Holloway é uma jovem aspirante a escritora que decide voltar à Índia, onde foi criada, para reencontrar seu passado. Para atingir seu objetivo, se emprega como dama de companhia da inexperiente Rose, que está a caminho da então colônia para se casar com um oficial britânico que mal conhece. Junto com elas vão Guy Glover, um garoto agressivo e arredio, e Victoria, amiga de infância de Rose que será dama de honra em seu casamento. Tor, como Victoria se apresenta, busca na viagem a libertação das imposições morais da sociedade inglesa.

Julia Gregson escreveu um fascinante romance de formação, em que reaviva os costumes dessas duas culturas no início do século XX, descrevendo com brilho a sociedade britânica do entre guerras e toda a riqueza cultural da Índia na época de sua independência. Nesse mundo em transformação, conhecemos a construção da personalidade de três mulheres em meio a um período em que a identidade de um povo se afirmava. Como no célebre livro de Gertrude Stein, Três vidas, são três mulheres diferentes que têm em comum o desconforto com todos os ditames, as exigências e os limites decorrentes de terem nascido mulheres em sua época e classe social. Mas as personagens de Gregson vão além da sujeição à sua época. Viva, Rose e Tor encontram uma maneira própria de conquistar sua liberdade, sob o sol da Índia.”

ps 1- control C control V na resenha da editora…a falta de tempo me obriga a cada coisa!

ps2-gostaram da foto do livro em cima desta linda estampa indiana???

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31º livro de 2016 – O Lago Místico, Kristin Hannah

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Ahhhhhh Kristin Hannah…

Chegou outro dia e já se transformou numa das minhas escritoras americanas preferidas.

Annie viveu 20 anos para seu marido Blake e a filha adolescente, sendo  a melhor esposa e mãe que poderia até ser trocada por uma jovem advogada.

A bomba estoura em seu colo, logo após embarcar sua filha para um intercâmbio na Inglaterra.

Nada é capaz de mudar a cabeça de seu marido, que diz já não ama-la a muito tempo. Ele sai de casa e pede que ela aceite a decisão dele.

Ela se refugia  na casa do pai, em Mystic, para tentar entender como foi que sua vida virou uma bagunça. Com 39 anos, sendo que mais da metade ela se dedicou a famíia, Annie se sente totalmente perdida.

Chegando na cidade, ela procura visitar os lugares conhecidos e revê um antigo namorado (Nick) que se casou com sua melhor amiga, Kate.

A noticia ruim é que Kate morreu e sua pequena filha Izzy se refugiou num mundo so dela.

Annie se aproxima de Nick para tentar ajuda-lo a tocar a vida o que não vai ser fácil, pois ele se tornou alcoolatra.  Aos poucos a antiga paixão que Annie tinha por Nick vai voltando. Mas Blake, arrependido, vai a Mystic pedir que Annie reconsidere… A partir daí o que parecia ja estar caminhando para um final feliz muda totalmente.

Um romanção. Mais aos estilo Nicholas Sparks que ao estilo de Kristin, mas gostei.

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30º livro de 2016 – O Tamanho do Céu – Thrity Umrigar

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Quem me conhece sabe que eu gosto da Thrity hein????

Então eu fiquei um pouco perdida no início do livro que começa contando a morte do pequeno Benny, filho único de Frank e Ellie e como este acontecimento parece ter acabado com o amor deles.

Frank culpa Ellie pela morte do menino, mas demora muito para que a gente perceba o por que.

Abalados emocionalmente, o casal se muda para a Índia onde Frank é o responsável por uma fabrica de remédios.

A Índia de Ellie é mais divertida que a de Frank, pois Ellie ama a cultura e a comida do país, e se distrai fazendo trabalho voluntário, conhecendo pessoas.

Já o trabalho de Frank se revela uma bomba relógio pois explora uma planta que é vital para a subsistência da aldeia. Sem poder explorar este material, os habitantes se veem sem recursos.

Para suavizar a tensão entre o casal, aparece Ramesh, o filho de 9 anos do casal de empregados. Ramesh é vivo e inteligente e Frank começa a se afeiçoar ao menino, e esta amizade diminui a sua dor. Este carinho não é bem visto pelo ciumento pai do garoto, mas Frank tenta dribar isso.

O conflito entre eles vai acabar de uma maneira bem tipica deles…tragicamente.

E no final, pelo que pude entender, Ellie não concorreu para a morte da criança, Frank apenas precisava culpar alguem pela sua enorme dor.

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29º livro de 2016 – Fissura – Karin Slaughter

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Eu e minha mania de ler séries pela metade.

Pelo jeito é o segundo livro da série  que o personagem Will Trent protagoniza. O primeiro é Triptico.

Vejo Fissura como uma trama pesada que serve para pra ter uma boa idéia de como ele é, um detetive com um passado de pobreza e que luta para esconder de todos a sua dislexia.

Abigail Campano, de familia tradicional, mora em Ansley Park, bairro de alta classe em e um dia ao ao chegar em encontra uma cena de crime.

Cacos de vidro e sangue, e uma pessoa que parece sua filha de 17 anos, morta e desfigurada.

Ao lado dela, um rapaz com uma faca na mão, visivelmente atordoado.

Cega pela dor de ver a filha morta, ela  luta com o rapaz e consegue mata-lo  estrangulando-o com as próprias mãos.

Mas como neste livro nada é o que aparenta, logo se vê que a pessoa assassinada não é sua filha, que o rapaz morto não era o assassino…e Trent se vê com um caso intrincado nas mãos e com uma parceira que o detesta.

Ao final, uma trama sem pontas soltas, mas que se voce  ” der uma voadinha” perde alguma coisa.

Pra se ler com atenção.

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28º livro de 2016 – O Ultimo Templário – Raymond Khoury

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Um excelente livro que envolve história e religião

A trama acontece em duas épocas diferentes: Em 1291, os Cavaleiros Templários partem a bordo de um navio, transportando com eles um misterioso cofre que lhes foi entregue pelo Grão-Mestre da Ordem, às portas da morte.

Em Nova Iorque, pós-11 de Setembro,  quatro cavaleiros exibindo as insígnias da Ordem dos Templários invadem o Museu Metropolitano de Arte. Nesta investida de terror e destruição roubam o misterioso objeto tão bem guardado durante seculos.

Um livro que daria um excelente filme.

Vamos aguradar já que o escritor tambem é roteirista.

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27º livro de 2016 – A Irmã da Tempestade, de Lucinda Riley

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O segundo livro da série As Sete Irmãs, de Lucinda Riley.

Relembrando, no primeiro livro são seis meninas adotadas: Maia, Ally, Estela, Ceci, Tiggy e Electra, cada uma vinda de um lugar diferente.

Com a morte do pai delas, Pa Salt, cada uma recebe coordenadas que vão revelar o local onde nasceram.

No primeiro livro Maia, a primeira que chegou na casa de Pa Salt, vem para o Brasil. Lucinda Se inspirou em um livro sobre a construção do Cristo Redentor para compor a história linda da vida de Maia.

O livro termina com Ally ouvindo na extensão a voz do pai.

Neste segundo, Ally,  vai buscar suas origens na Noruega.

Duas coisas: Dona Lucinda demorou exatamente 103 páginas para chegar no ponto onde o primeiro volume parou; e ela sabe como ninguem contar uma história dentro de outra.

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26º livro de 2016 – A Boa Terra, de Pearl S. Buck

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A Boa Terra faz parte da Trilogia composta por A Boa Terra, Os Filhos de Wang Lung e A Casa Dividida, lançada logo no início da década de 30 e que fez um sucesso enorme nos EUA.

Hollywood produziu um filme sobre o livro. Assisti o trailer e todo o elenco principal era de atores ocidentais maquiados como orientais…

Enfim, a história começa no dia do casamento de Wang Lung. Eu já comecei com uma pena do rapaz, que mora sozinho nem suas terras com o pai velho e exigente depois que sua mãe morre.

Mas aí seguindo o raciocínio de Wang, de que “aquela era a ultima vez que se levantaria cedo, pois uma mulher viria para a sua casa”… já comecei a ter uma idéia do inferno que seria a vida da esposa de Wang.

Naquela época, quem não tivesse riqueza para se casar com membros da nobreza, comprava uma escrava de um senhor e a levava como esposa.

E foi assim que O-Lan se torna esposa de Wang. Sem nenhuma beleza, O-Lan no entanto é digna e trabalhadora. Ao lado de Wang trabalha duro para o sustento da casa sem nunca reclamar.

O livro é o retrato fiel da fome, da miséria e da diferença de classes na sociedade chinesa. O papel da mulher é de mercadoria e se ela for bela, culta e tiver pés pequenos, seu valor aumentava.

Se vou ler a continuação da Trilogia? Não sei, pois achei o livro cruel e acabei com muita raiva de Wang, o que valeu uma discussão profunda lá no meu grupo de leitura.

Enfim, pode até ser que acabe caindo nas minhas mãos num dia chato e modorrento e sem mais nada pra ler, mas só assim mesmo eu aceitaria ler a continuação da saga dos Lung.

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25º livro de 2016 – O Lago da Paixão, Barbara Delinsky

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Barbara Delinsky , de quem eu gosto muito, desliza em algumas partes deste livro e …derrapa em outras.

Vamos falar das derrapadas: pra que meu Deus, pra que, citar os pássaros gaviformes tanto assim????

E de todos os livros dela…este foi o único em que não consegui fazer um retrato mental dos personagens… os personagens pareciam não ter forma.

A sinopse fornecida pela Editora Record:

O Lago da Paixão conta a história de Lily Blake, uma talentosa cantora que preza bastante sua privacidade. Enganada por um repórter inescrupuloso ao dar uma entrevista sobre sua amizade com um eminente sacerdote católico recém-elevado a cardeal, ela acaba se transformando numa pessoa discriminada. Assediada pela imprensa, demitida do emprego e com as manchetes da mídia culpando-a por seu comportamento, Lily não encontra outra opção senão retornar à sua cidade natal, Lake Henry, situada na zona rural de New Hampshire. Lá, encontra John Kipling, editor do semanário local Lake News. Desde o princípio, Kipling vê Lily como uma vítima, além de um formidável personagem para o livro que planeja escrever. Tentando persuadi-la a processar seus detratores, Kipling sente-se cada vez mais atraído por Lily, sem se importar com a oposição dos amigos por ficar ao lado dela. O Lago da Paixão oferece uma história comovente do complexo relacionamento entre um homem enigmático e uma mulher vulnerável e assediada, que, juntos, lutam para encontrar um novo rumo para suas vidas, num lugar estranho, outrora chamado de lar...”

Lily irrita a principio por se deixar enganar tão fácil, por não conseguir se defender das acusações…mas depois vamos conhecendo seu passado de menina timida, arredia, marcada pela gagueira e pelas críticas da mãe.

Alí a maioria dos protagonistas tem uma história secreta, que vamos desvendando e que “justifica”suas ações atuais.

Ah, e de novo minha irritação em relação aos titulos  “abrasileirados”: Lake News, o nome do jornal da cidadezinha natal de Lily, Lake Henry, é o título original do livro.

“O Lago das Paixões” torna tudo tão óbvio que quase tira a graça do final.

Enfim… é Barbara Delinsky, eu gosto, e pronto.

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